
Na noite de ontem, 10, o deputado Afonso Hamm comemorou a aprovação em primeiro turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 304/17, do Senado, que não considera cruéis as práticas desportivas que utilizem animais, como os rodeios e as vaquejada, se forem registradas como manifestações culturais e bem de natureza imaterial integrante do patrimônio cultural brasileiro.
Durante discurso no Plenário da Câmara dos Deputados, Hamm destacou que além de valorizar a cultura, a PEC garante a manutenção de uma atividade que é importante para a economia do país. “Segundo dados do Ministério da Agricultura, a raça Crioula, por exemplo, é responsável pelo crescimento e valorização dos esportes equestres, com faturamento em torno de R$ 1,2 bilhão no Brasil e mais de 280 mil empregos diretos”, afirmou.
O presidente da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), Eduardo Suñe, ressaltou em carta enviada ao parlamentar que esta conquista se dá pela parceria entre entidades e trabalhadores do setor da equinocultura e agradeceu o deputado pelo apoio e mobilização em defesa da causa.
Em outubro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional a prática porque submeteria os animais à crueldade. No entanto, Afonso Hamm concorda com o relator da PEC na comissão especial, deputado Paulo Azi (DEM-BA), que afirma que o bem-estar do animal é uma preocupação constante dos envolvidos e que a proibição da atividade provocaria um prejuízo grande para toda cadeia produtiva.
Durante discurso no Plenário da Câmara dos Deputados, Hamm destacou que além de valorizar a cultura, a PEC garante a manutenção de uma atividade que é importante para a economia do país. “Segundo dados do Ministério da Agricultura, a raça Crioula, por exemplo, é responsável pelo crescimento e valorização dos esportes equestres, com faturamento em torno de R$ 1,2 bilhão no Brasil e mais de 280 mil empregos diretos”, afirmou.
O presidente da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), Eduardo Suñe, ressaltou em carta enviada ao parlamentar que esta conquista se dá pela parceria entre entidades e trabalhadores do setor da equinocultura e agradeceu o deputado pelo apoio e mobilização em defesa da causa.
Em outubro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional a prática porque submeteria os animais à crueldade. No entanto, Afonso Hamm concorda com o relator da PEC na comissão especial, deputado Paulo Azi (DEM-BA), que afirma que o bem-estar do animal é uma preocupação constante dos envolvidos e que a proibição da atividade provocaria um prejuízo grande para toda cadeia produtiva.
