Quarta
(11) pela manhã, o Legislativo recebeu as primeiras informações da
empresa contratada para analisar tecnicamente a projeto do novo Plano
Diretor, apresentado pela Prefeitura. A arquiteta Cláudia Damásio e o
economista Gevaci Perroni, diretores da Latus Consultoria, Pesquisa e
Assessoria reuniram-se com os Vereadores da comissão de análise, estudo e
discussão do Plano: o presidente Marcelo Cardona (PP), Roberto Braatz
(PDT), Laureno Renner (PSB), Marcos Gehlen (PT) /Tuco e Joacir
Menezes (PMDB).
De
acordo com Marcelo, a contratação foi um grande avanço: eles têm um
olhar específico sobre os dados, sem qualquer influência política.
Cardona lembra que o Plano Diretor irá traçar o perfil da cidade de
Montenegro para o futuro. É como um diagnóstico médico. Primeiro
precisamos conhecer a doença, depois recomendar o remédio, compara.
Entre
os indicadores positivos, o crescimento industrial da cidade nos
últimos dez anos, além dos demográficos. Em 1991 havia 49.099 moradores,
número que passou para 59.415 menos de vinte anos depois, em 2010.
Porém, a taxa de crescimento populacional reduziu. Os bairros que
tiveram maior acréscimo de moradores foram Estação e Aeroclube. Segundo
os técnicos, a perda de população nas áreas mais centrais é um processo recorrente nas cidades brasileiras.
Outro
aspecto considerável: o incremento na quantidade de domicílios
permanentes (casas e apartamentos), de 13.487 em 1991 para 19.940 em
2010. De acordo com os dados do IBGE as novas residências, em proporção, cresceram mais que a população. O próximo encontro será em 25 de julho.

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